Não existe risco zero. A vulnerabilidade é a única variável sobre a qual a organização pode exercer algum controle, diminuindo o risco para se proteger dos efeitos das crises.
Organizações e pessoas precisam estar preparadas para o enfrentamento de crises, e lidar com estas de forma adequada, a fim de não sofrerem grave comprometimento de seus negócios e de seu valor reputacional.
Missão: assessorar organizações na formulação de estratégias para o enfrentamento de eventos futuros de crise, por meio de gestão de riscos, vendo o que não está visível, bem como atuar em respostas a crises já deflagradas, fortalecendo sua resiliência e possibilitando a retomada ao curso normal dos negócios.
A OVERLORD CONSULTORIA EM GESTÃO DE CRISES previne eventos de crise. Elaboramos uma Análise de Avaliação de Risco para detectar e reduzir vulnerabilidades e ameaças específicas, um passo crucial na preparação para crises.
Visão: ser bússola de organizações no enfrentamento e resolução de crises.
A OVERLORD vai além na gestão de crises tradicional, implementando uma cultura de inteligência e contrainteligência. Por meio de cursos e treinamentos, garantimos que sua equipe tenha acesso a conhecimentos estratégicos de alto valor, transformando a gestão de riscos em uma vantagem competitiva.
Valores: oferecer confidencialidade, disciplina, capacidade de resposta, ação congruente e enfrentamento estratégico.
A OVERLORD trabalha também na implementação da cultura de inteligência e de contrainteligência empresariais, elementos que se apresentam de alto valor estratégico na gestão de riscos.
Missão: assessorar organizações na formulação de estratégias para o enfrentamento de eventos futuros de crise, por meio de gestão de riscos, vendo o que não está visível, bem como atuar em respostas a crises já deflagradas, fortalecendo sua resiliência e possibilitando a retomada ao curso normal dos negócios.
Visão: ser bússola de organizações no enfrentamento e resolução de crises.
Valores: oferecer confidencialidade, disciplina, capacidade de resposta, ação congruente e enfrentamento estratégico.
A OVERLORD CONSULTORIA EM GESTÃO DE CRISES atua na prevenção de eventos de crise, por meio da elaboração de Análise de Avaliação de Risco, reconhecendo vulnerabilidades a uma ameaça específica, pois a redução do nível da vulnerabilidade é elemento crucial na preparação a eventos de crise.
A OVERLORD também presta consultoria em eventos de crise já deflagrados, conduzindo a organização a uma resposta adequada, à recuperação e à mitigação da crise.
A OVERLORD trabalha também na implementação da cultura de inteligência e de contrainteligência empresariais, elementos que se apresentam de alto valor estratégico na gestão de riscos.
A MARCA
Nosso nome Overlord tem um duplo significado. Embora possa ser traduzido como “soberano”, sua principal inspiração vem da “Operação Overlord”, o codinome para invasão da Normandia em 6 de junho de 1944. Essa ação militar foi crucial para a derrota do Terceiro Reich, provando que uma análise estratégica aprofundada – condensando ameaças, vulnerabilidades e debilidades do inimigo – é decisiva para a vitória. É examente essa mentalidade que aplicamos na preparação e resposta a crises.
A iconografia da nossa marca, que remete à agulha de uma bússula, simboliza a direção e o rumo a seguir. As cores representam elementos cruciais ligados a esse dia histórico: o azul carrega o elemento água, simbolizando mudança e adaptação; já o preto e o cinza remetem a um tabuleiro de xadrez, cuja essência é a estratégia e a tática para derrotar o adversário.
A arte da guerra se baseia na implementação de uma defesa coerente e extremamente cautelosa, seguida de um ataque rápido e ousado.
- Napoleão
O que é uma crise?
Crises são eventos de grande imprevisibilidade, gravidade, capazes de abalar uma organização ou sistema. Se mal conduzidas, podem causar efeitos negativos exponenciais e duradouros.
Steven Fink (Crisis Management: Planning for the inevitable, 1986) define crises como situações de ruptura. Elas correm o risco de escalar, chamam a atenção da mídia e do governo, interferem nas operações normais da organização e podem prejudicar seriamente sua imagem e sobrevivência.
MODELOS DE SEGURANÇA
A análise de eventos futuros futuros de crise utiliza modelos de prevenção para reduzir a probabilidade de perdas ou paralização de atividades na organização. A identificação de cenários, que se associam a todos os processos da empresa, é dividada em:
Segurança das instalações, envolvendo, inclusive, o campo ambiental, com medidas de detecção, de retardo e de resposta.
Colaboradores internos e externos, englobando aqui motivações pessoais que podem causar riscos associados ao comprometimento da imagem da organização, por escândalos e revelação de dados ou segredos industriais.
Proteção de dados contidos em meios físicos, informáticos e no ciberespaço.
Envolve a cadeia de operações da empresa, desde a produção de bens/fornecimento de serviço, até seu destinatário final (entradas, saídas e processos de terceiros).
Vem a ser o modelo mais crítico da organização, visto que a reputação se trata de valor intangível e pode ser afetada por eventos diversos (corrupção, suborno, fraude, má conduta de colaboradores, financiamento de ações ilícitas e terrorismo).




Ciclo de respostas a crises
A gestão de crises é um trabalho contínuo e estratégico que não termina com a contenção do elemento deflagrador, seja ele incidental ou acidental. Após a ocorrência da crise, há um ciclo de respostas que a organização deve gerenciar para mitigar os efeitos negativos, recuperar a normalidade e evitar perdas substanciais ou até a extinção.
Nesse cenário cíclico, dois períodos de grande impacto se destacam:
Período Midiático: A crise se torna um tema de debate público, impulsionado pela cobertura da mídia tradicional e das novas mídias. Uma gestão eficaz nesse período é fundamental para proteger a reputação da organização.
Fase Judicial: A organização ou pessoa envolvida enfrenta processos legais. O objetivo é buscar a reparação de danos (materiais ou morais, individuais ou coletivos) e resolver as demadas decorrentes da crise.
Uma gestão de crises adequada em todas as fases do ciclo é crucial para mitigar os efeitos adversos desses dois períodos.
PLANO DE CENÁRIOS DE ANÁLISE DE RISCO
As organizações precisam estar preparadas para lidar com eventos inesperados e não rotineiros que podem escalar para grandes crises. As ameaças estão em constante evolução e podem sugir sob a forma de “Cisne Negro” (eventos de baixa probabilidade e grande impacto, quase imperceptíveis) ou “Rinoceronte Cinza” (ameaças conhecidas, cuja probabilidade é ignorada).
O enfrentamento desses cenários de crise, sejam eles operacionais ou reputacionais, é feito por meio de um Plano de Análise de Cenários de Risco (PACER).
Nosso PACER identifica, avalia e mensura as vulnerabilidades de uma organização, comunidade ou sistema. Este documento de diagnóstico é essencial para mitigar riscos, pois projeta cenários futuros de crise de forma fundamentada, preparando a empresa para uma resposta rápida e adequada, com escalabilidade e flexibilidade para crises sobrepostas.
PLANO DE OPERAÇÕES DE EMERGÊNCIA
A gestão de crises para organizações é um campo que tem recebido grande atenção nos últimos anos, por vivermos em um mundo interconectado e cada vez mais interdependente; e o planejamento para enfrentamento de crises requer uma análise global dos riscos e de sua gravidade.
Os cenários de ameaça estão em constante evolução, cabendo às organizações lidar com eventos, sejam do tipo Cisne Negro, aquele de baixa probabilidade e grande impacto, ou evento do tipo Rinoceronte Cinza, quando os dirigentes da organização, conscientes de uma ameaça e compreendendo sua probabilidade, resolvem ignorá-la, confiando na sorte.
O enfrentamento de cenários de crises futuras se faz por meio da construção de um Plano de Operações de Emergência (POE), com objetivo de analisar o cenário de ameaças, avaliando as vulnerabilidades de uma organização, comunidade ou sistema, com destaque para os aspectos de escalabilidade e flexibilidade em crises sobrepostas. Ou seja, é possível fazer um planejamento com base bem fundamentada, buscando ver todos os potenciais eventos adversos.
Não existe risco zero
Na gestão de riscos, trabalhamos com três conceitos fundamentais: ameaça, vulnerabilidade e risco. Uma ameaça pode ser intencional, não intencional, natural ou decorrente de fatores humanos. A vulnerabilidade, por sua vez, descreve o quão negativamente um evento pode afetar um sistema. O risco é a combinação desses dois elementos.
É crucia entender que as ameaças não se manifestam de forma isolada. Elas apontam sinais, se sobrepõem, convergem e evoluem de maneira inesperada, exigindo um planejamento que vai além da simples mitigação de um evento único.
Por isso, as organiações devem ir além da gestão de crises, implementando procedimentos de inteligência e contrainteligência empresarial.
A inteligência consiste na análise e interpretação da informação reunida a partir de diversas disciplinas de obtenção (como HUMIT, OSINT, IMINT, SIGINT e SOCMINT), para oferecer superioridade informativa nos níveis operativo, tático e estratégico, apoiando a tomada de decisões, reduzindo riscos. Já a contrainteligência foca na detecção e neutralização de atividades que possam comprometer a seguranç da empresa.
Essencialmente, inteligência e contrainteligência são pilares irrenunciáveis: a primeira funciona como uma bússula que guia a organização, e a segunda, como um escudo para protegê-la de hostilidades.
Quem uma crise pode atingir?
Uma crise pode impactar qualquer um, de grandes organizações a pessoas com visibilidade midiática, colocando em risco sua imagem e reputação.
Muitos dirigentes e figuras públicas, ao não perceberem o potencial de escalonamento e a dimensão de uma crise, adotam a tática do avestruz. Eles escondem a cabeça, imaginando que o problema ira se resolver sozinho. No entanto, no ambiente competitivo e digital em que vivemos, a informação circula com rapidez. Um evento deflagrador de crise pode causar danos gigantescos em questão de horas.
É crucial entender que a omissão, o silêncio ou a divulgação de dados incorretos não mitigam a crise. Pelo contrário, essas atitutides podem intensificar o problema e levar ao colapso organizacioanl ou à perda irreversível da reputação.
liderança da crise em ação
A liderança é um elemento crucial no enfrentamento de uma crise. Ela interconecta a comunicação, a determinação e a motivação, que são fatores essenciais para uma gestão eficaz.
Comunicação: Deve ser clara, enfática e precisa. Agindo de forma reativa e proativa, a comunicação de crise evita a desinformação, restabelece a serenidade e mantém as audiências bem informadas. Seu principal objetivo é minimizar o impacto da crise nos negócios e na imagem da empresa, sendo sempre uma prioridade máxima.
Determinação: A determinação do líder é essencial. Em muitas crises, é tentador adiar decisões, mas essa hesitação demostra incerteza e fragilidade. As pessoas não seguirão um líder que não inspira confiança.
Motivação: A motivação também é um fator-chave. O líder de crise deve expressar otimismo para manter os ânimos da equipe elevados durante um evento adverso, liderando pelo exemplo e aumentando a moral do grupo.
A resiliência organizacional por sua vez, é a capacidade de manter o desempenho da organização mesmo diante de eventos adversos, e uma liderança forte é o elemento nuclear neste caminho de enfrentamento e superação de um evento de crise.
João Carlos Girotto
Delegado de Polícia Federal (2002 a 2023)
OAB – 00001
“A preparação para crises é essencial. Para proteger seus negócios e valor reputacional, organizações e pessoas precisam saber enfrentar eventos de crise de forma estratégica, rápida e adequada, de modo a restaurar a normalidade em seus negócios“.
FORMAÇÃO PRINCIPAL
Delegado de Polícia Federal (Mais de 20 anos de atuação no enfrentamento da Criminalidade Organizada, Brasil).
Máster en Estudios Avanzados en Terrorismo (Universidad Internacional de La Rioja – UNIR, Espanha).
Mestre em Comunicação e Media (Instituto Politécnico de Leiria, Portugal).
Especialização em Altos Estudos de Política e Estratégia (Escola Superior de Guerra – ESG, Brasil).
Bacharelado em Direito (Universidade de Cruz Alta – UNICRUZ, Brasil)
ESPECIALIDADES-CHAVE
Gestão de Crises e Respostas: Crisis Planning and Response Management – (University of Chicago, EUA) e Gestión del Riesgo Reputacional e Inteligencia (Pontificia Universidad Católica, Chile). Capacidade de proteger a imagem e a operação, do planejamento à resposta final.
Contraterrorismo e Crime Organizado: Experto en Inteligencia Contra-Yihadista (Campus Internacional para la Seguridad y Defensa – CISDE, Espanha); Investigação e Combate ao Crime Organizado (Academia Nacional de Polícia, Brasil) e Gestão de Operações de Inteligência Policial (Academia Nacional de Polícia, Brasil). Experiência de campo no enfrentamento das ameaças criminais mais complexas.
Contrainteligência e Operações Psicológicas (PSYOPS): Curso de Contrainteligencia (INISEG, Espanha); Experto Internacional en Operaciones Psicológicas y Psicosociales (Goberna – Escuela de Inteligencia & Estrategia, Peru) e Curso en HUMINT: Inteligencia de Fuentes Avanzadas (INESEM Business School, Espanha). Domínio em detectar, neutralizar e influenciar ameaças.
Gestão de Riscos e Respostas a Emergências e Desastres: Diplomado en Alta Dirección en Seguridad y Prevención de Riesgos (Ejército Nacional, Colômbia) e Especialização em Gestão de Emergências e Desastres (Universidade Gama Filho, Brasil). Autoridade em comandar e resolver crises em grande escala, incluindo eventos inesperados e complexos.
Segurança da Aeródromos e Informática: Diplomado Ejecutivo en Seguridad de la Aviación (ITAérea Aeronautical Business School, Espanha) e Diplomado en Ciberseguridad (San Ignacio University, EUA). Expertise em Infraestruturas Sensíveis e proteção no ambiente digital.
João Carlos
Girotto
Delegado de
Polícia Federal
(2002 a 2023) OAB – 00001
“Organizações e pessoas precisam estar preparadas para o enfrentamento de crises, e lidar com estas de forma adequada, a fim de não sofrerem grave comprometimento de seus negócios e de seu valor reputacional. “
HABILITAÇÕES ACADÊMICAS
Mestre em Comunicação e Media – Instituto Politécnico de Leiria – Leiria, Portugal
Pós-Graduado em Altos Estudos de Política e Estratégia – ESG (Escola Superior de Guerra)
Pós-Graduado em Gestão de Emergências e Desastres – Universidade Gama Filho
Pós-Graduado em Direito Ambiental – Pontifícia Universidade Católica – PUC Minas
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais (Direito) – Universidade de Cruz Alta (UNICRUZ)
CURSOS
Diplomado en Alta Direccion en Seguridad y Prevencion de Riesgos – Escuela de Inteligência y Contrainteligência B.G. Ricardo Charry Solano – Bogotá, D.C.
Gestão de Crises: planejamento e resolução – The University of Chicago
Curso de Gestão de Marca e Crise de Imagem – FIA BUSINESS SCHOOL
Curso Superior de Defesa – ESG (Escola Superior de Guerra)
Curso de Gestão de Operações de Inteligência Policial – Academia Nacional de Polícia
Curso de Investigação e Combate ao Crime Organizado – Academia Nacional de Polícia
Curso de Stalking: O crime de perseguição – Webstudy – Portugal
Curso de Análise e Exploração de Documentos Previdenciários – Academia Nacional de Polícia